28 de dez. de 2010

Difíl decisão

"Me lembro bem daquele dia,porque ele foi um tanto especial para mim...
Era dia 03 de Abril,e nesse dia,iriamos ficar na escola o dia todo,para arrumar nossa escola para um campeonato de futebol.
Desde o ano passado,estou gostando de dois garotos... Não é bem assim,eu não estou gostando 50% de um e 50% de outro,eu gosto uns 90% de um,e 10% de outro.Não me pergunte por que.
Do que eu mais gosto,é o Fellipe,que é da mesma sala q eu,ele é muito divertido,legal,simpático,ele é um ótimo amigo.O outro,é o Lucas,ele é 1 ano mais velho que eu,ele é simpático,divertido,romantico,bonito,ele é uma ótima paquera,e um ótimo namorado.
Infelizmente,nesse dia,tive que fazer uma das escolhas mais dificils da minha vida...Escolher um dos dois.Foi assim:
Para arumarmos a escola para esse campeonato,os alunos iriam se dividir em 'grupos',um iria arrumar a quadra,o outro o vestiário,traduzindo,vai ser uma grande confusão na certa!
O meu grupo tinha que fazer os cartazes com os nomes das escola que iam jogar,e como tinha muita gente,acabamos rapidinho,e mesmo acabando cedo,não podiamos sair,tinhamos que esperar dar 18:00 para nos liberarmos.E acabamos de fazer os cartazes as 15:00!Ficamos na nossa sala bagunçando,mas aí o Lucas chegou...
-Oi,posso falar com vc em particular?
-Pode
Saimos da sala,e fomos para uma sala,em q estávamos só nós dois.
-Então...? - Perguntei
-Olha,eu sei que vc ñ gosta de mim,mas eu preciso fazer isso.
-Oq?
Ele me beijou,eu queria o fazer parar,e dizer que eu não gostava tanto dele,mas,ele fez isso porque ele quiz,e no fundo,eu tbm queria.
-Me desculpe
-Ei,eu não tenho porque e desculpar
-Eu te beijei a força
-Se fosse á força,eu teria me desviada,ou te dado um tapa na cara
-Mas porque vc não deu?
-Porque eu queria te beijar
-Sério?
-Ahã
-Nossa,vc quer na...
-Olha Lucas,eu queria te beijar,eu gosto de vc,mas eu não to afim de namorar,tudo bem?
-Tudo,mas a gente pode ficar,não pode?
-Pode
Saimos da sala,e eu voltei para a minha sala,e contei tudo para minhas amigas,mas o Fellipe ouviu também,e ele quis falar comigo.
-Pensei que vc gostasse de mim!
-Eu gosto,mas vc já teve sua chance,agora a chance é do Lucas
-Como assim?
-A fila anda,a catraca gira,se sentir saudad,vai pro final da fila
-Nossa,vc deixou as coisas bem claras.Mas eu quero saber d uma coisa
-O que?
-Como vc fica quando eu te toco,quando eu falo que vc é a mais bonita do mundo,e quando eu faço isso
E ele me beijou,o dia tava começando a ficar bom... *-*
-E quando eu digo que te amo?
Ele falou que me amava?Como assim?
-Hein?
-Eu não sei...
-Como assim?
-Eu não sei se eu gosto mais de vc
-Sério?
-Claro que não!Eu te amo
E nos beijamos de novo.
-Fica comigo?
-Claro que sim
Ele ia jogar amanhã,e eu fui falar com as meninas.
-Nossa menina,como vc é sortuda!
Ai,ai,como amo essas garotas.
O ruim seria contar para o Lucas isso,eu não sei se fiz a escolha certa...
-Oi Lucas
-Vc é muito cara de pau né?
-Ã?
-Vc fala que gostava de mim,e depois beija outro.Nunca mais apareça na minha frente!
É,eu fiz a escolha certa.Por enquanto...."

Luiza MP

25 de dez. de 2010

Para mim é importante...!



"Era Véspera de Natal,e como sempre,eu iria passar a noite com minha família,mas tinha alguma coisa diferente...Há um mês,fiz 14 anos,e há um ano,gosto de um garoto...
Ele é muito divertido,legal,simpático,fofo,e romântico...Parece muito que ele gosta de mim,mas como eu vou saber?Eu não leio mentes...Muito menos sentimentos... kk'
Então,estava indo para a casa da minha tia,e na rua em que eu moro,mora também o garoto que eu gosto.Como minha tia morava bem pertinho da minha casa,iámo a pé,e enquanto andavámos,ele saiu de casa e veio na minha direção.Falei para meus pais,e para minha irmã,que eles podiam ir andando,e que eu alcançava eles.
-Oi,ele disse
-Oi,pensei,só isso?
-Eu queria falar com você
-Fala
Ele respirou fundo,e em vez de falar,fez outra coisa.Me deu um beijo,e agora eu tinha certeza de uma coisa agora,ele gostava de mim!!!!
Ficamos,eu acho,uns 10 minutos ali,no meio da rua,nos beijando.E depois,ele olhou para mim,e disse:
-Já que amanhã é natal,e o Papai Noel,sempre passa entre hoje e amanhã,fiz um pedido pra ele,e quero fazer um pra você.Dependendo da sua resposta,vou saber que meu presente chegou.
-Pode fazer
-Fica comigo?
-Hum.....
-?
-Claro seu tonto!
-Tonto?
-Meu tonto preferido
-Melhorou.Você vai ficar aqui hoje?
-Não,vou pra casa da minha tia
-Como assim?
-Hã?
-Pensei que você iria ficar comigo,já que estamos namorando.
-Nós só estamos ficando
-É,mas pelo menos,você poderia passar a véspera comigo!
-Mas para mim é importante passar a véspera com a minha família
-E para mim é importante você ficar comigo
-Mas eu não vou ficar
-Ótimo,tudo terminou
-Tá
Eu sempre soube que ele era um idiota,mas infelizmente,ele é o tipo certo,de garoto errado!
Foi como sempre a ceia de Natal,e eu me diverti,mesmo estando triste.
No dia seguinte,em pleno Natal,não aproveitei muito,mas de tarde:
-Tem uma coisa para você.Uma entrega
-Uma entrega tia?
-É,vai lá ver
-Ok
Fui ver,e era um homem,segurando um buquê de rosas vermelhas,com um cartão,em que estava escrito assim:

Meu amor,me desculpe,fui um idiota ontem.Não devia ter agido assim,mas gostaria de ter ficado mais com você.Se você me perdoar,vamos voltar a namorar?

Te amo
 
 
    Fiquei muito feliz,e o resto do dia foi maravilhoso.
    E desde esse dia,estamos namorando sério,e há 24 anos,somos casados."
 
    Luiza de Moraes

24 de dez. de 2010

Qual o Significado do Natal??

Qual o Significado do Natal??

"O Natal já teve vários significados para mim,
Quando eu era pequena,
Adorava o Natal,
Adorava saber que o Papai Noel ia vir me trazer um brinquedo,
Adorava ver o presente de manhã,
Adorava ver a janela aberta,
E pensar,
Ele esteve aqui!
Quando eu fazia catequese,
O Natal significava,
O nascimento de Jesus,
E agora,
Qual o significado do Natal para mim??
União
Família
Agora,para mim
Siguinifica ficar com a família,
E esse,
É o melhor significado para mim..."

Luiza de Moraes

19 de dez. de 2010

Como foi 2010?


"2010 foi para mim,um ano bem difícil
Bem no começinho,perdi uma pessoa querida da minha família
E depois disso,as coisas só pioraram
Foi divertido ficar com meus amigos,
Mas infelizmente,
Briguei com uma pessoa que nem era minha amiga
Briguei com algumas pessoas,
E não me arrependo de fazer isso
Estou melhor sem elas,
Fiz a coisa certa,
E como já disse,
Não me arrependo,
Conheci umas pessoas,
Que com certeza,
Levarei para sempre em meu coração,
E me diverti muitooo
Com meus amigos e com meus primos.
Esse ano de 2010,foi bom,do seu geito.
Agora a pior parte,
Vai ser o final do ano..
Me despedir de meus amigos,
Foi tão dificil,
Odeio dizer Adeus,
Mas tive que dizer,
O bom é que ano que vem,
Vou ver meus amigos de novo,
Mas infelizmente,
Perdi algumas amigas,
E 2011,vai começar dificil..."

Luiza de Moraes

14 de dez. de 2010

Ele: eu te perdi, não foi ?

Ele:eu te perdi, não foi?
Ela: eu nunca fui sua.. eu cansei.
Ele: de quê?
Ela: de te esperar. Eu tenho algo chamado coração. Não vivo pra você.
Ele: não tente esconder. Você ainda me ama.
Ela: Amo sim e assumo. e sabe o que é mais difícil? eu abri mão de tudo..
Ele: a gente ainda pode ser feliz.
Ela: não, eu não quero. fiquei muito tempo com esse vazio, posso superar mais.
Ele: para de ser orgulhosa..você quer ficar comigo.
Ela: não é orgulho, e eu já aprendi a conviver com o que eu sinto.. não quero ter que sofrer a mesma coisa depois.
Ele: eu não vou te abandonar.
Ela: você já foi embora da minha vida, eu tive que continuar, sem você. Quer que eu faça o quê? Continue confiando?
Ele: eu nunca quis te machucar.
Ela: não mesmo, mas machucou.
Ele: tudo bem, eu fiz você sofrer. eu sei, eu tenho consciência disso. mas passou, eu quero continuar com você.
Ela: para de ser egoísta..eu fiquei aqui, sozinha, todo esse tempo. de repente voce volta, você vai embora.. e eu fico sempre aqui te esperando? eu te amo, será que é tão difícil de entender?
Ele: isso não, mais você é difícil sim. eu tô aqui!
Ela: você nunca se importou comigo, seja sincero.. eu sempre me senti sozinha.
Ele: você não pode ficar vivendo do passado.
Ela: isso não é viver do passado, isso é te conhecer, saber quem você é.
Ele: eu estou disposto a fazer de tudo por você.
Ela: eu preciso de mais.. mais que isso.
Eu preciso das coisas além de você e do que você não pode me dar.

Gustavo

12 de dez. de 2010

Não tenho palavras...

“Não tenho o que falar desse ano que já está acabando,
Eu não tenho palavras para descrever isso,
O que falar das pessoas maravilhosas que eu conheci?
O que falar das pessoas que eu já conhecia?
Eu amo cada um deles,mesmo que eles não me amem,ou se lembrem de mim
Eu sei que esse ano de 2010 foi único,e memorável,
Tantas coisas boas aconteceram,
No começo do ano,
A escola,estava tão divertida,
No meio do ano,
Fiquei mais com os meus amigos,
E nós divertimos muito,
Agora,no finalzinho do ano,
Eu e meus amigos,
Eu e meus amigos,
Eu e meus amigos,
Bom isso já diz tudo,
Eu fiquei com meus amigos,
E o ruim disso,
É que ano que vem,
Nós,talvez,não iremos ficar mais juntos...
Espero que isso não aconteça,
Mas se acontecer,
Irei levar numa boa,
Contanto que fiquemos unidos ainda...."

Luiza de Moraes

Não foi sua culpa...

Vanessa se lembra bem daquele dia,o dia de seu fim.
Vanessa,uma garota rebelde, de 17 anos, queria viajar com seus amigos,já que ela iria se formar.
Seus pais,falaram que ela não iria,e já que ela era menor de 18 anos,não iria mesmo.
Vanessa falou para seus pais que os odiava,e que nunca mais queria ver ou falar com eles.Seus pais não ligaram,porque toda adolescente faz isso,e eles pensaram que isso passaria,mas não passou.
Quando Vanesas e seus amigos decidiram que iam viajar,faltava 1 ano,e até esse dia chegar,Vanessa não falou com seus pais,e sempre que podia,dormia na casa de uma amiga.
Seus pais cansados desse comportamento foram falar com a filha.
-Filha,porque você está sendo assim?Agindo dessa maneira?
-Mesmo eu não querendo falar com vocês vou responde
"Vocês me fizeram passar mó mico na escola,quando falei que não ia,e agora todo mundo olha para mim com cara de pena, vocês acabaram com a minha vida."
-Tá,então vai,aproveita,pode ir viajar com eles,porque já que você escolheu isso,o problema é seu,mas se acontecer alguma coisa,a culpa não é nossa.Não aguento mais te ver assim.
-Sério?
-É,vai,pode ir.
-Valeu mãe,amo você!!
Vanessa saiu correndo,pegou seu celular e foi ligar para os seus amigos,para contar que poderia ir.
Depois,voltou para o seu quarto,e começou a arrumar as malas.
Um mês depois,quando ela e seus amigo iriam viajar,o pior aconteceu...
O carro aonde ela e seus amigos estavam,caiu de uma ribançeira,e todos faleceram.
Seus pais,levaram a culpa,porque se eles não a tivessem deixado ir,talvez ela ainda estaria com eles,brava,mas com eles.
Eles sempre sonham com a Vanessa,e ela sempre fala que a culpa disso tudo,foi dela,mas sua mãe não acredita,ela tem certeza que se não tivesse deixado ela ir,Vanessa anda estaria ali.Mas,ela também pensa,que se Vanessa não tivesse ido,ela não iria mais falar com ela,então,pensa sua mãe,eu teria perdido ela de qualquer geito...

Luiza de Moraes

Uma grande reviravolta...


Ele: E o Ricardo?
Ela: O que ele tem?
Ele: Me falaram que você já ficou com ele.
Ela: Já... foi no começo do ano passado, isso não muda nada.
Ele: Muda sim... e o Pedro? Marcelo? Matheus? Isso muda tudo. E irá alterar muitas coisas que iriam acontecer em nosso relacionamento.
Ela: o que você quer dizer com isso? Mas isso aconteceu já faz muito tempo.
Ele: Aconteceu... Mais eles me falaram muitas coisas sobre você!
Ela: O que falaram?
Ele: Eles já se aproveitaram de você. E me falaram que você se apega muito fácil nos outros, e não sabe a hora de parar. Faz drama, se eu não quiser mais ficar contigo, você vai chorar feito louca? Vai emplorar pra mim ficar? Vai me perceguir?
Ela: Eu vou chorar sim. Mais você não precisa presenciar quando eu sofrer, eu aprendi já e – ele a interrompe.
Ele: Isso não muda nada. Isso que eles disseram sobre você é verdade?
Ela: - silêncio – É.
Ele: Então é melhor eu partir agora. Não quero ser perceguido.
Ela: Não, por favor.
Ele: Tá vendo? Você não mudou nada.
Ela: Mudei sim!
Ele: Onde você mudou?
Ela: Se você quiser partir, vá. Vou sofrer sim, mas eu vou te esquecer – ela terminou de dizer e deus as costas para o rapaz se afastando.
Um mês se passou e o rapaz ficou sozinho, sem se relacionar com ninguém, ele sentia muita falta do abraço da menina, sentia falta das suas palavras, da sua voz, do seu carinho, ele resolveu a procura-la, saiu de sua casa e foi na casa da menina. Chegando lá ele apertou a campainha e a mãe da menina que a atendeu.
Mãe da menina: Ah, oi! Quanto tempo...
Ele: É verdade, quanto tempo, a Ana tá ai?
Mãe da menina: Não, ela mudou de cidade.
Ele: Pra que cidade?
Mãe da menina: Angra dos Reis.
Ele: Ah, obrigada.
Se passaram mais dois meses, o menino todo dia mandava mensagem para a garota, ligava, mais ela nunca atendia, e nunca retornava as ligações e mensagens. Cansado de ficar sozinho, resolveu se relacionar finalmente com uma menina, o nome dela era Karol, mais o único problema é que quando ele beijava Karol, apenas a face da Ana aparecia em sua mente , ele só sentia o cheiro de Ana, e o pior pra poder ficar sempre com Ana na cabeça, ele dava os mesmos perfumes que Ana usava pra Karol usar, e isso mantia Ana mais ainda em sua cabeça. Até que certo dia os dois estavam deitados debaixo de uma árvore numa tarde cinzenta, e como sempre, ele só pensava em Ana enquanto estava com Karol.
Karol: Amor...
Ele: O que?
Karol: Você me ama?
Ele: - silêncio - ... Não.
Karol: Quem você ama?
Ele: Ana...
Karol: E porque está comigo? Porque não vai atrás de quem você ama?
Ele: Porque está me disendo isso?
Karol: Eu sou a ex melhor amiga da Ana, eu conheço os perfumes dela, as roupas que ela usava, e eu ando reparando isso em você, você só me dá os perfumes que ela usava, e só dá coisas pra mim que a Ana tem, ou tinha. Não sei se você sabe, mais você fala dormindo.
Ele: Como você sabe disso?
Karol: No dia que você dormiu na minha casa eu reparei que você chama o nome dela a noite inteira. Para de ficar se iludindo com outra, vá atrás dela, antes que seja tarde demais.
Ele: Obrigada, Karol. Me perdoa por ter feito isso contigo.
Karol: Não precisa se desculpar, agora vá.
Ele todo encorajado, se levanta e sai correndo do bosque onde ele estava, e vai direto para sua casa fazer as malas, depois de prontas, ele vai para o aeroporto e exige uma passagem de avião pra Angra dos Reis, mais infelizmente só tinha passagens para o dia seguinte, ele compra e volta pra sua casa, entristecido. Ao chegar em sua casa seu telefone toca e ele atende.
Ele: Alô?
Karol: Só tem passagem pra amanhã né?
Ele: Ah, oi Karol. É.
Karol: Eu comprei a última de hoje de um menino da minha rua, você quer?
Ele: Muito obrigada Karol, quero sim, eu te pago e – ela o interrompe.
Karol: Não precisa pagar nada! Venha logo – ela desliga.
Ele sai de sua casa com as malas desesperado e vai pra casa de Karol, chegando lá ela entrega a passagemde avião e ele vai novamente pro aeroporto, afinal, o avião estava quase prestes a sair da cidade, quando ele chegou no aeroporto, todos já estavam embarcando, ele embarcou e lá se foi pra Angra dos Reis.
A viagem foi longa e tediosa, mais o pior era a ansiedade que o tomava por enteiro, quando finalmente o avião pousou, o menino desceu de lá meio perdido, afinal, nunca tinha ido pra essa cidade, ele resolveu comprar um mapa da cidade foi até uma lojinha estranha e por sorte conseguiu comprar, e ainda fazer uma ligação para a mãe da menina e pede o endereço de Ana, com o endereço marcado no papél ele vai pra casa de Ana que por sorte é perto do aeroporto de lá, chegando na casa ele aperta a campainha e se decepsiona quando um rapaz atende.
XXX: Oi?
Ele: Aqui é a casa da Ana?
XXX: Ana??? Ah, a nova visinha, não rapaz, é aqui do lado – o cara diz e aponta a casa ao lado.
Ele: Muito obrigada.
XXX: Denada.
O menino aperta a campainha da outra casa e Ana sai.
Ela: O que você está fazendo aqui?
Ele: Ana... que saudades – ele a abraça – você não sabe como sinto sua falta e...
Ela: Isso não muda nada.
Ele: O que? Você não me ama mais?
XXX: Amor, quem tá ai? – uma voz masculina grita de dentro da casa, Ana olha pra tras e grita.
Ela: Um colega, amor...
XXX: Hmm. Manda ele entrar.
Ele: Você está namorando?
Ela: Me casei.
Ele: O-o que? Como? Você não me ama mais?
Ela: Não, te esqueci.
Ele: Mais eu nunca te esqueci, e...
Ela: E a Karol? E a Pietra? A Daniela? A Fernanda? A Priscila? Não tirou mais a virgindade de ninguém? Ah... Claro, a Bruna também né? Eu sabia de cada coisa de você e nunca me importei, porque te amava, agora, sinto muito, pra mim, você não é nada pra mim, NADA! – ela disse e fechou a porta, e o deixou lá sozinho.
Pensando no erro que havia cometido, em dar ouvido aos amigos nos tempos em que ela o amava, e ele apenas a iludia, infelizmente, já não havia tempo para os dois!
"Meninas, tomem muito cuidado com os meninos que vocês ficam, uns podem inventar muitas coisas que podem ser mentira sobre vocês, e isso eu digo pois já aconteceu comigo, eu me ferrei por ter ficado com certos moleques ai, e o pior é que depois ninguém mais nos quer verdadeiramente, e agente se torna apenas um brinquedinho pra eles, e o pior também é que você numa hora tá tão feliz com aquele mlk e dps ele vem e diz q nao quer mais nada, e tudo por causa do fdp do amigo dele q vc ja fico :s"

Caroline

9 de dez. de 2010

Acabou...


"É isso então?
Porque tem que ser assim?
O ano poderia ter demorado um pouco mais para acabar,
Não queria que tudo acabasse aqui
Mas infelizmente,
Isso vai acontecer
Será que ano que vem,
Nós seremos ainda A Galera?
Será que todos estarão aqui ainda?
Que pena,
Vocês todos estarão lá ainda?
O pior é que não,
Muitos irão sair da escola,
E isso é o que eu mais temia,
Torço para que ela faça uma escolha sabia,
E que conseguíssemos ficar mais um ano juntas,
Minhas grandes amigas,
Como seria perder vocês?
Como seria,não ver vocês todos os dias,
Como seria,não poder contar as Fofocas na hora em que elas acontecessem,
Como seria...?
E como seria,não ver vocês meus grandes amigos,
Como seria,não dar longas risadas na aulas mais chatas,
Como seria,não poder ver vocês todos os dias
Como seria?
Gostaria de acabar o colégio,
Com as mesmas pessoas,
Os mesmos colegas,
Os mesmos amigos,
As mesmas pessoas,
Os meus melhores amigos..."

"Esse ano que já está acabando,tive ótimos momentos,tive ótimos amigos,e tive ótimoas lições.Vou sentir muito saudade de vocês,mas sei que sempre me lembrarei de vocês"


Luiza de Moraes

5 de dez. de 2010

Ele: é, eu acho que é o fim

Ele: é, eu acho que é o fim
Ela: mas porque?
Ele: acho que não te faço mais feliz.
Ela: claro que me faz, você é tudo pra mim.
Ele: confie em mim, temos que acabar !
Ela: eu não quero !
Ele: eu também não queria, mas te fazer feliz é o meu maior objetivo.
Ela: mas eu... (ele interrompe).
Ele: não insista.
* ele sai e caminha, como sem direção, ela chora.

2 meses depois...

Mãe dela: Filha...
Ela: que foi mãe?
Mãe dela: sabe, tenho uma coisa pra te contar...
Ela: pois então conte.
Mãe dela: Ele... ele morreu.
Ela: Mas, do que ? (uma lágrima percorre sua face)
Mãe dela: ele tinha câncer, segundo sua mãe, a 2 meses ele foi ao médico, e ele o disse que ele só teria mais 2 meses de vida.

Essa história de amor.... Terceira Parte


Muito tempo se passou desde que ele havia terminado comigo,e muito coisa havia mudado também.Desde que ele havia me traído,eu me tornei uma pessoa mais forte,mas também,mais carente,e eu não gostava nada disso,nem meus amigos.Nós não olhávamos mais na cara daquele sujeito,nem falávamos mais com ele.Agora,eu não ligava mais para a escola,e só tirava boas notas,porque minhas amigas não queriam que eu repetisse de ano,e sempre me passavam cola.
O ano já havia acabado de novo,e nos iríamos para o mesmo acampamento,aonde tudo aconteceu.
Desta vez,eu estava super feliz,porque,não estava mais apaixonada,estava levando tudo "numa boa",eu iria fazer de tudo para que nos divertissimos,porque,eu estava muito chata,e não queria perder meus amigos.
Chegamos lá,e dessa vez sai super animada do ónibus,meus amigos perceberam que eu estava mais feliz,e só para ter certeza,me jogaram na piscina,de roupa e tudo.Saí rindo da piscina e fui abraçar eles,eram bom estar de volta.
O dia estava ótimo,até que ele veio até mim e disse:
-Quero falar com você
-E eu com isso?
-Vai,eu preciso falar com você
-Mas eu não quero te ouvir
-Ok
Ele saiu andando,e eu voltei para a piscina
-O que ele queria?
-Nada,só falar comigo,mas eu não queria saber.
-Você tá certa
Não,eu não estava não,eu estava curiosa agora
De noite,fomos todos jantar,e depois fomos dormir
-Acorda!
-Qu..?
-Shhhh
-O que você quer?
-Falar com vc 
-Vai fala logo
-Tá
"Me desculpa por tudo,aquilo que eu fiz,eu não queria fazer aquilo,mas eu estava bebado...."
-Bebado?Você só tem 13 anos!
-".... é mas,eu tava.Eu não queria fazer aquilo...."
-Mas você fez e não tem volta
-É,eu sei disso.Mas eu preciso que você saiba,que eu te amo
-Vai ficar amando
-Ã?
-Depois do que você eu mudei muito,e não gosto mais de você.
-Tá,obrigado por esclarecer
-Não foi nada
Claro que foi tudo!Eu ainda te amo,mas eu não falei nada.
Essa história poderia ser uma linda história de amor....

Fim

"As vezes,para não deixar os outros serem os certos,e para não se arrepender,mentimos,e acabamos com as nosssas vidas"

Luiza de Moraes

Essa história de amor.... Segunda Parte



Depois de que começamos a namorar,tudo era romântico,bonito,mas as coisas mudaram ao começar o ano letivo de novo.
Tudo aconteceu no primeiro dia de aula:
Fomos para a escola,eu e ele não nos víamos a mais de um mês,mas sabia que ainda o amava,e esperava que ele sentisse o mesmo por mim.
Cheguei na escola,e vi minhas melhoras amigas,corri ao encontro delas,nos abraçamos,e começamos a chorar.Como era bom ver elas de novo,nessas férias,todas viajamos,e não ficamos nem um pouco juntas.Olhei para ver quem estava na escola,e encontrei meus amigos,fui correndo ver eles,nos abraçamos e começamos a conversar.Subimos e fomos para nossa sala,escolher nossos lugares.Como sempre,sai com minhas amigas,e encontrei ele.Como descrever aquela imagem,ele estava tão bonito,e meu coração deu um salto.Eu não gostava dele pela imagem que ele mostrava,mas sim por quem ele era.
Corri ao seu encontro,nos abraçamos e nos beijamos,depois de tanto tempo,sentir aquela boca de novo,era tão bom.
Fomos para a sala,e ele se sentou na carteira ao lado da minha,e a aula começou.
Depois dessa aula,fomos ver uma "palestra" de Boas-Vindas que o colégio realizou para os alunos.
Eu me sentei com ele no fundo,e ficamos conversando.Até que eu ouvi uma coisa horrível:
-Eu tenho que te conta uma coisa
-Pode falar,amor
Ele ficou me olhando por alguns minutos,suspirou,e começou a falar:
-Olha,eu quero que antes de tudo,saber se você ainda me ama
-Claro que eu ainda te amo,que pergunta idiota é essa?
-Essa era o que eu temia
"Linda,eu sempre te amei,desde o dia que nos conhecemos,me lembro de entrar naquela sala,e te ver.Meu coração deu um pulo,mas nessas férias,algo que eu temia aconteceu..."
Ele me olhou,e de um certo modo,eu já sabia o que vinha por ai
"... eu não queria que isso acontecesse,mas naquela hora,eu não mandei em mim mesmo.Depois que a gente se viu pelo última vez,eu viajei para Santos,e meus primos,no Ano Novo,levaram umas amigas para a "festa" que todo ano tem..."
-Nem precisa continuar
-Desculpa,mas aconteceu
-Você pelo menos pensou em mim?Como eu ia ficar depois de saber que,que você me traiu?Você pensou também que eu fui fiel a você?-Uma lágrima escorreu pelo meu rosto,e comecei a gritar-Você também pensou que você NUNCA MAIS VAI VER ESSA GAROTA?
E nessa hora sai correndo,minhas amigas e meus amigos vieram atrás de mim.
-O que aconteceu?
-Pergunta pra ele
Meus amigos saíram e foram falar com ele
-Fala pra gente,amiga
-Ele me traiu no final de ano,é isso!Eu não acredito nisso,eu fui tão fiel a ele,e eu amava ele tanto
-Amiga,a gente sabe bem com é isso,esse não vai ser a primeira vez nem a última em que alguém vai ser traído.
-Os homens só pensam neles mesmos
-É mas eu pensei que ele fosse diferente...
-Todas nós pensamos nisso,pelo menos umas vez na vida
-Pensei que ele seria um homem para se casar,que eu iria me apaixonar por ele
-Ah,amiga
E elas me abraçaram,mesmo que eu ame muito elas,isso não fez com que eu me sentisse melhor.Nessa hora meus amigos vieram falar comigo
-Pronto,demos uma lição nele
-Como assim?
-Não se preocupa com nada
Achei estranho,mas ele não me interessava mais,como eu não interessava mais para ele...

"Sempre iremos sofrer,porque o amor nunca será entregue facilmente,sempre teremos de lutar"

Luiza de Moraes

 

28 de nov. de 2010

Essa história de amor...


Me lembro perfeitamente daquele dia,foi para mim,um dia inesquecivel.
Estava indo para a escola,no meu último dia de aula,e nesse dia,teríamos um viagem de despedida,todos os alunos e professores,iriam para um acampamento.Todos estavam ansiosos,mas eu nem tanto,porque o que poderia acontecer?
Quando cheguei na escola,encontrei meus melhores amigos,e entramos no ónibus.Sentamos no último banco,eu com minha melhor amiga,do nosso lado,meus amigos e a minha amiga.
Conversamos muito,ouvimos música,tiramos fotos,e o principal,rimos muito.Mas eu não estava totalmente a vontade,porque o garoto que eu gostava estava ali,logo ali,do meu lado,mas eu sei que nada iria acontecer.
Chegamos lá no acampamento,e todos descemos do ónibus correndo,porque estávamos muito ansiosos,mas eu fui a última a sair,com ele na minha frente.
Ele perguntou se eu estava bem,e eu respondi que estava ótima,só um pouco cansada,mas essa não era a verdade.A verdade era que eu não aguentava mais esconder esse amor que eu sentia,ainda mais agora,em que tudo está apontando para o nosso romance,o que dizer.
Desci e fui encontrar minha amigas,e elas já queriam ir para a piscina,falei que daqui a pouco ia,porque queria pensar um pouco,elas acharam estranho,mas mesmo assim foram,fiquei lá,sozinha lendo,olhando todos se divertindo,mas eu não estava com animo para me divertir.
Ao meio dia almoçamos,mas só comi uma salada,não estava com fome.Meus amigos começaram a se preocupar comigo,porque eu estava quieta o dia todo,e não estava comendo,meu perguntavam o que tinha acontecido comigo,mas eu continuava a falar que estava bem.Para eles me deixarem em paz,depois do almoço fui me divertir com eles,fui na piscina com eles,fiquei conversando sobre os meninos com as minhas amigas,e quando o sol estava começando a se por,eu e minhas amigas saímos da piscina.
-O que houve com você amiga?
-Nada
-Para com isso,você pode confiar em nós,a gente sabe que foi por causa dele - E ela olhou para ele,na beira da piscina
-Ahh,gente.Como eu posso mentir para vocês?É por causa dele sim,sabe,os dois estão solteiros,e eu sei que não vai rolar nada entre nós!
-Como você pode saber disso?Você não vê o futuro,amiga.
-É,mas eu conheço ele muito bem!
-Pará com isso,vocês ainda podem ficar juntos...
Nessa hora,meu melhor amigo chega e pergunta:
-Você vai querer ficar com ele?
-Quero,e você sabe disso
-Posso falar com ele?
-Vai,fala
Meu amigo saiu,com uma cara de incrédulo,porque eu sempre disse que não queria ficar com ele,mas hoje,eu falei a verdade,eu queria,e muito,ficar com ele.
No por-do-sol,eu e meus amigos,nos deitamos na grama,e ficamos vendo esse lindo fim do dia,o céu estava laranja,com uns pássaros voando,estava uma cena de filme de cinema,na hora em que o casal apaixonado se beija,mas nada aconteceu comigo e com meus amigos.
Fomos para as nossas cabanas,e estava muito frio,mas mesmo assim,pegamos alguns cobertores, acendemos uma fogueira e sentamos em volta dela.
Aí tudo aconteceu:

O garoto que eu gostava se levantou e fez sinal para eu o acompanhar,não sabia o que estava acontecendo,mas fui com ele.Ele me levou a um lugar,onde estávamos sozinhos,e ele disse:
-Eu sei que você gosta de mim,e todo mundo sabe disso também
-Eu não gosto de você
Ele começou a rir e disse:
-Eu sei que você gosta de mim,eu sei disso,o geito como você me olha,como você fica quando eu te toco,e principalmente o cíumes que você sente de mim
-Eu posso gostar um pouquinho de você,mas isso não significa nada!
-Tá,então se eu sair por ai,e beijar qualquer garota,qualquer garota,você não vai ficar nem um pouco com ciumes?
-Não,você não é nada meu,então eu não tenho que ficar com ciumes
-Tá bom então,eu vou beijar qualquer garota então,e duvido que você não vai ficar com ciumes
Eu pensei que ele ia voltar para a fogueira,e beijar qualquer garota,mas não,ele não fez isso.
Ele me puxou para perto dele,e me beijou,e eu me vi retribuindo o beijo,agora eu entendi porque ele ficou falando que iria beijar qualquer garota.Ele se afastou de mim,olhou em meus olhos e disse:
-Eu sei que você gosta de mim,e por favor,para de falar que não,eu também gosto de você,e eu queria que você soubesse
Então ele gostava de mim,todos estavam certos,só eu,que era uma garota muito teimosa,não tinha percebido isso.
Ele me beijou de novo,e ficamos por ali uns 10 minutos.Depois,saímos de mãos dadas,e fomos nos sentar de novo na fogueira,minha amigas olharam para mim com o olhar de ME CONTA TUDO!,meus amigos olharam para mim com o olhar de EU SABIA,eu olhei para ele,e ele olhou para mim,estávamos com o mesmo olhar,EU TE AMO.
Nessa hora,deitei a minha cabeça em seu ombro,e fiquei imaginando,como seria da qui uns anos?Mas,pensei bem e decidi,vou viver o presente,e deixar o futuro,para amanhã.

"Nunca pense que ele (ou ela) não gosta de você,em nosso olhos,sempre estamos errados,mas caso você siga o seu coração,e o seu instinto,tudo pode dar certo"


Luiza de Moraes

15 de nov. de 2010

Era dia 7 de Outubro



Ana se lembrava bem. Como em todos os outros dias, ela se levantou, entrou embaixo do chuveiro, lavou seus cabelos, colocou uma roupa, comeu algo e foi pra escola. Quando chegou em casa, abriu seu MSN. Um convite novo. 'Aceite', pensou ela. Foi por sua intuição, sempre ia. Era um garoto, chamado Bruno. Os dois começaram a conversar. Com o tempo descobriram que gostavam das mesmas bandas, das mesmas comidas, do mesmo tudo. Tinha quase tudo em comum, exceto uma coisa: a cidade. O garoto morava em Londres. A garota, em Bolton, uma pequena cidade ao sul da Inglaterra. Eles começaram a conversar mais e mais. Cada dia mais, cada vez mais. A mãe de Ana achou que estava viciada em internet, o que realmente estava. Ela estava certa, Ana não podia contrariá-la. A garota era apenas muito preocupada com seu futuro, não deixava de fazer lições de casa para entrar no computador. Mas assim que acabava, ligava logo o aparelho. Era também o caso de Bruno...
O garoto sempre que chegava da escola deixava o computador ligado, com o Messenger aberto. Desligava a tela do computador, e fazia a lição. Sempre tinha pouca, então ficava esperando Ana, até 6 da tarde, que era quando a garota entrava, mais ou menos.
Os dois começaram a conversar aos 17 anos, e foi assim. No começo dos 18 anos, aconteceu a coisa mais esperada pras amigas de Ana (sim, porque as amigas sabiam de tudo, e esperavam há cerca de 9 meses algo acontecer): Bruno a pediu em namoro.
E foi assim, se conheceram por um computador, namoravam por um computador. O que os dois tinham era maravilhoso. Uma coisa que as amigas de Ana jamais haviam experimentado, ou ouvido falar. Nem mesmo na ‘vida real’. Eles confiavam um no outro mais que qualquer casal que todas as amigas de Ana já tinham visto, ou ouvido falar. Isso requer, realmente, muita confiança. E eles se amavam. Quando as amigas de Ana passavam o dia na casa da garota, elas viam a conversa. Elas conseguiam sentir o amor.
Eles estavam completa e irrevogavelmente apaixonados. Não havia nada que mudaria aquilo. O tempo passou, os dois ficavam mais apaixonados a cada dia (o que ia totalmente contra as idéias de Marcela, amiga de Ana. A garota pensava que a cada dia que se passasse, a tendência era o amor se esvair. Eles provaram que estava errada). Todo dia de manhã, na hora da aula dos dois, Bruno ligava para a garota. A acordava, para começarem o dia com a voz um do outro. Um dia o garoto apareceu com a boa notícia: ele conseguiria ir para Bolton. Passaria um dia lá, pois viajaria.
Eles se encontraram à noite, em frente à ex-escola de Ana. Ela conversou com o garoto. Ana não quis beijá-lo.
- Vou ficar dependente de você. Sei que você é uma droga pra mim, é viciante. Então se eu te beijar hoje, não vou conseguir ficar mais um minuto longe de você. A gente vai se reencontrar. E ai, vamos ficar juntos pra sempre.

Ela disse e o abraçou. Com mais força do que já abraçou outra pessoa. E o garoto se contentou em encostá-la. Ele sabia que o que Ana estava falando era verdade. Eles IRIAM se encontrar. E IRIAM passar o resto da vida juntos. Ele tinha certeza que ela era o amor da vida dele. Bom, agora a ‘maldita inclusão digital’ se transformou na melhor maldita inclusão digital.
O tempo passou rápido quando eles estavam juntos. Se divertiram muito, e Bruno gostou da simpática cidade da sua namorada. Ele foi embora no dia seguinte, cedo demais para conseguirem se despedir.
O tempo passou, e o amor dos dois só ia aumentando. Passaram-se 6 meses desde que Ana tinha conhecido seu namorado pessoalmente, e Marcela ainda não entendia por que eles não tinham se beijado.
- Any, você já parou pra pensar que pode ter sido uma chance única?! Você foi idiota, você sabe disso, né? – A garota dizia, sempre culpando Ana.
Mas ela sabia o que era melhor pra ela. Já tinha cansado de explicar para Marcela. Não explicaria mais uma vez. Haviam 9 meses que os dois namoravam, e um ano que se conheciam.
Eles se amavam muito, mais que qualquer pessoa que as amigas e amigos do casal já tinha visto. Um dia, Bruno apareceu com a notícia: ele conseguiu uma bolsa em uma faculdade em Bolton, e se mudaria para a cidade tão desejada.
Ana se chocou com isso. Por semanas se perguntou se sacrificaria o tanto que o garoto iria sacrificar por ele. Mas ela não era a maior fã de pensamento. Isso a fez mal.
- Any, deixa de ser besta. Você o ama, até eu posso perceber isso! E você sabe, eu não sou a pessoa mais esperta do mundo. – Marcela disse, encorajando a amiga.
- Eu sei, Marcela, mas... Ele tá desistindo da vida toda dele em LONDRES pra vir pra BOLTON! Por mim! – Ana disse – E pela bolsa que ele ganhou na faculdade, mas é mais por mim, ele me disse.
- Ana, presta atenção. – Ana olhou pra amiga. – Você não sabe quantas meninas invejam você. Não sabem mesmo. Eu, por exemplo, te invejo demais. Daria qualquer coisa pra ter um namorado como ele.

ocês confiam tanto um no outro, e se amam tanto. Eu tenho até nojo de ficar no quarto com você quando você ta conversando com ele. É um amor que se espalha no ar, que nossa senhora! Eu consigo sentir os coraçõezinhos explodindo pelo quarto. Ai fica tudo rosa, e você fica com uma cara de sonho realizado pro computador! Any, pára de subestimar o que você tem. Deixa de ser idiota.
- Você é um amor, sabia? Marcela, não sei. Não dá. Eu não desistiria de tanto por ele, e eu acho injusto ele desistir de tanto por mim.
Marcela bufou. Porque a amiga tinha que ser tão burra?
Meses se passaram, o tempo passava rápido. Ana não terminaria o namoro por messenger, frio demais. Ela esperaria o namorado chegar.
A garota tentava adiar o máximo possível, por mais que quisesse ver o garoto de novo. Ele tinha um cabelo lindo, e olhos mais ainda. Ana conseguiria ser invejada por todas as garotas da cidade se fosse vista com ele. Mas ela não queria inveja. Queria seguir o seu coração.
Quanto mais Ana queria adiar a situação, mais as horas corriam, e com elas os dias, as semanas, as quinzenas, os meses. O ano.
Chegou o dia; Ana esperou o seu futuro-ex-namorado onde se encontraram meses atrás.
Ela negou o beijo mais uma vez. O namorado ficou sem entender, mas aceitou.
- Olha, eu tenho que conversar com você.
- Diga. – Bruno sorriu.
- Quando você me disse ‘Vou me mudar pra Bolton’, eu fiquei feliz. Mais feliz que já fiquei há muito tempo. Mas depois eu comecei a pensar se faria o que você ta fazendo por mim. Você desistiu de toda sua vida em Londres, Bruno.
- Eu sei. Pelo melhor motivo na face da Terra.
- Não, não é. Eu sinto que eu não to sendo justa com você. E sem ser justa com você, eu não sou justa comigo. Eu não sei se eu faria o que você fez. Eu acho que não. Eu sou egoísta demais, eu não sei. Não quero mais ser injusta com ninguém, não quero dormir pensando isso. Há meses eu penso nisso, e fico com peso na consciência. E, de verdade, eu não sei se seu amor é o suficiente pra mim. – A garota disse e virou as costas.

Foi andando para a sua casa. E ao contrario de momentos tristes clichês (n/a: eu odeio clichês), não estava chovendo. O céu estava azul, o sol brilhava, como raramente acontecia em Bolton. Mas o que estava dentro de Bruno (e de Ana) não era assim tão brilhante.
Para Ana chegar em casa, tinha de passar pela frente da casa de Marcela – era esse o motivo de um sempre estar na casa da outra; elas moravam lado a lado. A garota passou correndo, chorando, enquanto Marcela estava na janela. Marcela saiu correndo de casa – ignorando completamente o estado critico em que se encontrava: blusa dos ursinhos carinhosos, cabelo preso em um rabo-de-cavalo mal ajeitado, short curto de florzinhas e pantufas do tigrão – indo logo para a casa da amiga. Ela bateu a campainha, e a mãe da amiga atendeu. Disse que podia subir as escadas, Ana estava em seu quarto.
Marcela subiu correndo, tropeçou, quase caiu 3 vezes – ‘Malditas escadas enormes’, pensava – mas chegou ao quarto em segurança (lê-se sem sangue escorrendo pela cara).
- Any! O que foi, amor? – A garota encontrou a amiga deitada, chorando em sua cama.
- O Bruno! – Ana não conseguia falar direito. Por essa mini-frase Marcela tinha entendido. Não tinha mais Ana e Bruno pra sempre e sempre e sempre e sempre. Agora era Ana.
A garota aprendeu a viver com a dor. Passaram-se 5 anos, Bruno estava formado em direito, era um advogado de sucesso, ainda morando em Bolton – nunca largaria a cidade que abrigava seu, ainda, maior amor. Ana era uma fotógrafa de sucesso, ganhava a vida fotografando famosos de todo mundo – mas não saíra de Bolton também, amava a cidade com todas e cada fibra de seu ser.
Bruno era melhor amigo de Ana, Ana era melhor amiga de Bruno. Ana tinha um noivo, um executivo de sucesso, que vivia de Londres pra Bolton, de Bolton pra Londres. Já Bruno sabia: por mais que tentasse achar alguém igual à Ana, não conseguiria. Só ela seria o amor da sua vida, que ele amava excepcionalmente. Nunca iria mudar.

Ana iria passar algum tempo fora da cidade, iria para a capital, fotografar uma banda inglesa. Iria dirigindo à Londres – depois de tanto custo para tirar a carteira de motorista, agora queria mostrar ao mundo que tinha um carro e sabia guia-lo.
Um carro. Dia chuvoso. Pista dupla. Um caminhão. Visão confundida. Bebida em excesso. No que isso poderia resultar? Não em uma coisa muito boa, com certeza. O caminhão bateu de frente com o carro de Ana. Ela não estava muito longe de Bolton, portanto ela foi levada para um hospital na cidade. O seu noivo, por sorte, estava em Bolton. Foi avisado, depois os pais, Marcela. E por ultimo, Bruno.
Ele se apressou em chegar ao hospital que Ana estava internada. Ele chegou antes mesmo de Felipe, noivo da garota. Bruno andou por corredores com luzes fluorescentes fracas, brancas, o que aumentava a aflição dele.Como estaria Ana? A SUA Ana? Ele nunca imaginou nada de mal acontecendo à SUA Ana. Ela sempre seria dele, amiga ou namorada. Seria dele.
Achou o quarto em questão, 842. Abriu a porta com cautela, e viu a imagem mais horrível que jamais poderia ter imaginado: Ana, sua Ana, deitada em uma cama de hospital, com ferimentos por todo o rosto e braços – as únicas partes de seu corpo que estavam aparentes. Ele chorou. Não queria ver a pessoa que ele mais amava em todo o universo daquele estado. ‘Frase clichê’, pensou, ‘mas porque não eu?’. As lágrimas caiam com força. Ele saiu do quarto com a visão embaçada pelas lágrimas; não sabia o que podia fazer.Ele foi para o lugar do hospital em que se era permitido fumar, e fez uma coisa que não fazia desde que tinha conhecido Ana: acendeu um cigarro. Começou a fumar, e ficou sozinho lá, encarando a parede. Imaginando se teria sido diferente se ele tivesse continuado em Londres. Ele lembrava, foi quem apoiou o curso de fotografia.

 Ah, cara... – Ana chegou se lamentando.
- Que foi, Any? – Bruno sorriu.
- Eu tenho que escolher o que eu vou fazer da vida, mas... É difícil demais!
- Eu sei bem como é... Porque não tenta fotografia? – Bruno apontou para a máquina digital, que agora estava nas mãos da garota. – Eu sei que você adora tirar fotos.
- Bruno, sabia que você é um GÊNIO? – Ana sorriu e abraçou o melhor amigo. SEU melhor amigo.
Se ele não tivesse sugerido o curso, Ana não estaria no hospital à essa hora. Os pensamentos profundos do garoto foram cortados quando a porta se abriu, fazendo o garoto estremecer.
- Ah, que susto, doutor. – Bruno se virou.
- Desculpe. Você é Bruno, certo?
- Certo.
- Bom, você tem bastante contato com Ana, certo? – Bruno balançou a cabeça positivamente. – Nesse caso, eu sinto muito. Para sobreviver, a Ana precisaria de um coração novo.
A lista de espera por um coração é grande, e não sei se ela conseguirá sobreviver até chegar sua vez de receber um novo coração.
Como poderia viver em um mundo sem Ana?! Saiu do lugar. Não podia esperar as coisas acontecerem, e ele ser egoísta e ficar em seu mundo, fumando até Ana ir pra outro lugar. Ele pegou um papel, uma caneta e escreveu um endereço, e um horário, uma hora depois daquilo. Entregou para o noivo de Ana, que agora estava na sala de espera.
- Já foi vê-la? – Perguntou Bruno. O noivo negou com a cabeça.
Ele saiu andando, saiu do hospital. Foi para seu escritório, pegou 3 papéis grandes e digitou 3 cartas. Uma para os pais. Uma para Ana. E uma sobre os desejos que tinha.Ele tomou um remédio depois disso. E dormiu, lenta e serenamente, dormiu. Não acordaria mais. Quando o noivo de Ana chegou, encontrou Bruno deitado no chão, sem pulso. Estava morto. Em cima da mesa, 3 cartas. Um recado para ele: "Eu não gosto de você. Nunca vou gostar. Mas mesmo assim, você tem que fazer algo que não poderei fazer. Leve meu corpo para o hospital, com essa carta em cima dele. A carta que está em cima das outras.

Após isso, entregue a segunda carta para Ana quando ela acordar. E quando a noticia da minha morte chegar, entregue a terceira para os meus pais."
Assim acabava a carta. Felipe não acreditava no que lia. Não acreditou, e nem precisava. Correu para o hospital em seu carro. Ele entregou a carta e o corpo do homem, que agora estava ainda mais branco. Aconteceu na hora; o coração dele foi tirado e levado para Ana. Quando ela acordou, não muito depois, viu os pais dela, seu noivo e os pais do namorado de 6 anos atrás. Eles sorriam e choravam; ela não entendeu. Foi quando viu a carta com a letra dele, escrito o nome dela. Ela pegou a carta e leu, então. "Meu amor, bom dia. É hora de acordar. Eu não pude te ligar hoje, você estava ocupada. Por isso deixei essa carta. Sabe, eu não vou estar ai por um bom tempo, as pessoas sabem quando a sua hora chega. E eu aceitei a minha com a mesma felicidade que eu tinha quando te vi na frente da sua escola. A minha hora chegou quando seu fim estava próximo.Eu te prometi que te protegeria de tudo e qualquer coisa que acontecesse, e mesmo sem chamar, eu estive lá. Desta vez não me chamou, quis resolver sozinha, eu não podia deixar. Eu resolvi dar um fim então. Eu estava ficando cansado, o trabalho pesava demais. Mas porque agora? Eu não sei. Mas não teria sentido eu viver em um mundo que você não existe. Então eu decidi ir antes e ajeitar as coisas. Pra daqui a alguns anos nós conversarmos aqui na minha nova casa. Agora eu tenho que ir, meu amor. Esse coração no teu peito, esse coração que bate no teu peito. É o mesmo coração que está inundado do amor que você disse não ser o suficiente. É o mesmo coração que lhe dava amor todo dia. Por favor, cuide bem dele. Agora eu preciso ir, preciso descansar um pouco. Eu vou estar sempre contigo.

Eu te amo !
PS: Não sei se vou conseguir te acordar amanhã. Você me perdoa por isso?"
Então ela chorou. Chorou e abraçou os pais, os pais dele. Chorou como nunca, e tremia por tantas emoções passarem por seu corpo. Ana encarou o noivo. Terminou o noivado naquele dia. Não adiantava esconder algo que estava na cara: ela amava Bruno, e seria sempre o SEU Bruno. ELE era o homem de sua vida, não Felipe. O homem que sempre esteve lá, amando-a ao máximo. Em qualquer momento.
Ela chorou muito, e seguiu a vida. Todos os dias ela lembrava de Bruno. Viver em um mundo sem ele não fazia sentido. Mas não desperdiçaria todo o amor e que estava dentro dela. Ela podia sentir seu coração batendo. Ela lembrava a cada momento, que mesmo separados eles estavam juntos. Mas apenas uma coisa fazia seu coração se apertar, se contorcer de dor. Que fazia uma lágrima se escorrer sempre que pensava nisso.
Ela sentia falta daqueles beijos. Dos beijos que foram negados. Mas ela foi feliz. Morreu com seus oitenta e tantos anos. Mas era sempre feliz. Afinal,
O coração do homem de sua vida batia dentro dela.



(I'AM)

Ela: Prove seu amor!


11:30 da manhã 
Ele: Oque quer que eu faça para provar?
Ela: Quero que você me abrace.
- Então ele abraça a garota
Ele: Pronto é agora?
Ela: Agora quero que você me beije.
Ele: Mais essas coisas eu faço todos os dias amor, por que está falando isso?
Ela: vai me beijar ou não?
- Então ele beija a garota
Ele: Tem mais coisas que posso fazer para provar?
Ela: Me abrace novamente.
Ele: Nossa mais de novo?
Ela: você me ama?
- Então ele abraça novamente a garota
Ela: Agora quero outro beijo!
Ele: Amor você está brincando com minha cara?
Ela: Acho que você não me ama mesmo desiste vai.
Ele: Não é isso amor, só que você tem que entender que eu faço isso já todos os dias.
Ela: Estou esperando ainda meu beijo ..
- Então ele beija a garota novamente.

É durante o dia todo ela vai fazendo essas perguntas para o garoto, já erram 18:30 quando ele cansado é enjoado disse:

Ele: será que agora meu amor foi aprovado por você?..
Ela: Acho que agora sim, realmente você me ama.
Ele: Tudo bem você sabe que eu amo, faço de tudo mesmo para deixar você feliz.
Ela: Pensava que você não me amava tanto assim!
Ele: HAHAHA, agora eu quero saber se você me ama?
Ela: logico que amo nê,
Ele: então me abrace ..

(Jonathas Campos)

Ele: Sente sua falta hoje



Na escola, por que você não foi?
Ela: É, eu tive que ir ao médico.
Ele: Ah, mesmo? Por que?
Ela: Ah, nada. Consultas anuais, só isso. Então, o que tivemos em matemática hoje?
Ele: Você não perdeu nada demais. Só um monte de anotações.
Ela: Ok, bom.
Ele: É.
Ela: Ei, tenho uma pergunta.
Ele: Fale.
Ela: O quanto você me ama?
Ele: Você sabe que eu te amo mais que tudo. Por que a pergunta?
Ela: (silêncio)
Ele: Tem algo errado?
Ela: Não, nada mesmo.
Ele: Ok.
Ela: O quanto você se importa comigo?
Ele: Eu te daria o mundo numa batida de coração, se eu pudesse.
Ela: Daria?
Ele: É, claro que eu daria. (parecendo preocupado) Tem alguma coisa errada?
Ela: Não, tá tudo bem.
Ele: Tem certeza?
Ela: É.
Ele: Ok, eu espero.
Ela: Você morreria por mim?
Ele: Eu me jogaria em frente uma bala para ela não te atingir, a qualquer dia.
Ela: Mesmo?
Ele: Mesmo. Mas agora, sério mesmo, aconteceu alguma coisa?
Ela: Não, eu tô bem. Você tá bem, nós estamos bem. Tá todo mundo bem...
Ela: Bom, tenho que ir. Te vejo amanhã na escola.
Ele: Tchau. EU TE AMO.
Ela: Também te amo, tchau.
O OUTRO DIA NA ESCOLA:
Ele: Ei, você viu minha namorada hoje?
Amigo: Não. Ela não estava aqui ontem também não.
Ele: Eu sei, ela estava agindo estranho no telefone ontem
Amigo: É cara, você sabe como as garotas são de vez em quando.
Ele: É, mas ela não.
AQUELA NOITE: (o telefone toca)
Ela: Alô?
Ele: Oi.
Ela: Ah, oi.
Ele: Por que você não foi na escola hoje de novo?
Ela: Ah, eu tinha outra consulta no médico.
Ele: Você está doente?
Ela: Hm, eu tenho que ir, minha mãe tá me chamando.
Ele: Eu espero.
Ela: Pode demorar, te ligo depois.
Ele: Tudo bem então, te amo (longa pausa)
Ela: (chorando) Olha, acho que devíamos terminar.
Ele: O que?! Por que?
Ela: Acho que é o melhor pra nós dois agora.
Ele: POR QUE?
Ela: Eu te amo. (ela desliga)
A GAROTA NÃO FOI PRA ESCOLA POR MAIS TRÊS SEMANAS, E NÃO ATENDEU AOS TELEFONEMAS.
Ele: E ai, cara.
Amigo: Oi. E ai, falou com sua ex?
Ele: Não.
Amigo: Então você não soube?
Ele: Soube o que?
Amigo: Não sei se eu seria a melhor pessoa para te contar, então, ligue nesse telefone. (passou um papelzinho para ele)
ELE LIGA NO NÚMERO DEPOIS DA ESCOLA.
Voz: Alô, Suppam County Hospital, aqui é a enfermeira Beckam.
Ele: Ah, eu devo ter ligado no número errado, estou procurando por uma amiga.
Voz: Qual é o nome dela? (o garoto dá as informações)
Voz: Sim, esse é o número certo. Ela é uma de nossas pacientes.
Ele: É mesmo? O que aconteceu? Ela está bem?
Voz: O quarto dela é o número 646, no prédio A, suíte 3.
Ele: O QUE ACONTECEU?
Voz: Por favor, venha aqui e veja o senhor mesmo, obrigada.
Ele: Espera! Não! (o telefone já tinha sido desligado)
O GAROTO FOI PARA O HOSPITAL. A GAROTA ESTAVA DEITADA NA CAMA DO QUARTO. ELA PARECIA FRACA.
Ele: Meu Deus, você está bem?
Ela: (silêncio)
Ele: Amor, fala comigo!
Ela: Eu.. eu tenho câncer. Estou em suporte de vida.
Ele: (começa a chorar)
Ela: Eles vão desligar tudo hoje à noite.

Ele: Por que?!
Ela: Eu queria te contar, mas eu não podia.
Ele: Por que não?
Ela: Eu não queria te machucar.
Ele: Você nunca poderia me machucar.
Ela: Eu só queria ver se você sentia o mesmo que eu sinto por você
Ele: ?
Ela: Eu te amo mais que qualquer coisa. Eu te daria o mundo em uma batida de coração. Eu me atiraria em frente a uma bala para te salvar. Eu morreria por você.
Ele: …
Ela: Não fique triste, eu sempre vou te amar, estando aqui ou não.
Ele: Então por que você terminou comigo?
Enfermeira: Ei, jovem, o tempo de visita já acabou.
O GAROTO SAI, AS MÁQUINAS DE SUPORTE DE VIDA FORAM DESLIGADAS. ELA MORREU.
Mas o que o garoto não sabia é que a garota só fez aquelas perguntas à ele para poder ouvir ele dizer aquelas coisas uma última vez, e ela só terminou com ele porque ela só tinha mais três semanas de vida e pensou que assim causaria menos dor à ele, dando um tempo para ele esquecê-la antes dela morrer.
NO PRÓXIMO DIA: O garoto foi encontrado morto com uma arma em sua mão, e com um pequeno papel na outra, escrito: Eu disse à ela que levaria um tiro por ela, assim como ela disse que morreria por mim. 



(Jonathas Campos)

Ele: Lágrimas não param de cair


No telefone a menina liga ..
ELA: Olá .
ELE: Quem é?
ELA: Sou eu, a felicidade iludida.
ELE: O que é que você quer ?
ELA: Dizer que te amo.
ELE: OUTRA VEZ? Eu já ouvi isso 15 vezes. Não se cansa?
ELA: Quem ama não cansa...
ELE: Mas eu canso... Eu não te amo!
ELA: O que?
ELE: é isso mesmo, eu iludo e por isso me chamo ilusão do amor.

Neste exato momento uma lágrima corre na minha face...

ELA: Como pode dizer isso?
ELE: Dizendo que não te amo. Não devo nada a ninguém
ELA: Não deve nada?
ELE: é claro que não.
ELA: Deve sim. O teu amor.
ELE: Que amor?
ELA: Você me faz voar tão alto e agora diz que não me ama?
ELE: Deve estar ficando louca!

E as lágrimas insistentemente não paravam de cair...

ELA: Estou mesmo louca...acreditei em ti!
ELE: Você sabia que era só amizade, não?
ELA: Claro que não... Diz tantas coisas... E ainda me deu um beijo!
ELE: Um beijo? Aquilo nem foi beijo...
ELA: Não foi? Então o que foi.. ?
ELE: Ok... Foi um beijo sem significado.
ELA: Ah e um beijo sem significado deixa de ser beijo?
ELE: Não.
ELA: Quer dizer, eu não significo nada para ti?
ELE: Significa...
ELA: O que?
ELE: Uma grande conta de telefone no final do mês Agora vou desligar.
ELA: NÃO... Por favor!
ELE: Porque?
ELA: Porque eu te amo...
ELE: Qual o valor que o teu amor me vai dar?
ELA: Felicidade.
ELE: Eu quero coisas materiais...
ELA: Eu vou ser tua...
ELE: Isso não vale... Quanto é que você vale?
ELA: Porque esta pergunta?
ELE: Se eu enjoar de ti posso-te empenhar?
ELA: O que é que eu fiz para me tratar assim?
ELE: Amar-me! Agora vou desligar!
ELA: NÃO, por favor!!!
ELE: Quer parar com isto? ESTOU FARTO!
ELA: Não... por favor, não desligue.
ELE: ...
ELA: Fala comigo...
ELE: ...
ELA: Pelo amor de Deus, diz que me ama!
ELE: OUVE... eu já estou farto de você. Agora vê se me esquece.
ELA: Eu prefiro morrer do que te esquecer.
ELE: Ai é? Então se mata logo!
(Ele desliga.)
ELA: Não... por favor... Não me faça isso, eu te amo.

ALGUNS DIAS DEPOIS...

- Do que morreu esta menina? - Perguntam
- De intoxicação. - Responde a enfermeira.
- Coitada... ela tinha algum problema? - Perguntam
- Sim, sofria de amor... - Responde a enfermeira.

E então, no dia do funeral o rapaz de que a menina gostava apareceu no local prestando a sua ultima homenagem e lançou uma rosa vermelha e disse baixinho:
- Eu te amo!

Mas, é tarde demais.
(Jonathas Campos)