28 de nov. de 2010

Essa história de amor...


Me lembro perfeitamente daquele dia,foi para mim,um dia inesquecivel.
Estava indo para a escola,no meu último dia de aula,e nesse dia,teríamos um viagem de despedida,todos os alunos e professores,iriam para um acampamento.Todos estavam ansiosos,mas eu nem tanto,porque o que poderia acontecer?
Quando cheguei na escola,encontrei meus melhores amigos,e entramos no ónibus.Sentamos no último banco,eu com minha melhor amiga,do nosso lado,meus amigos e a minha amiga.
Conversamos muito,ouvimos música,tiramos fotos,e o principal,rimos muito.Mas eu não estava totalmente a vontade,porque o garoto que eu gostava estava ali,logo ali,do meu lado,mas eu sei que nada iria acontecer.
Chegamos lá no acampamento,e todos descemos do ónibus correndo,porque estávamos muito ansiosos,mas eu fui a última a sair,com ele na minha frente.
Ele perguntou se eu estava bem,e eu respondi que estava ótima,só um pouco cansada,mas essa não era a verdade.A verdade era que eu não aguentava mais esconder esse amor que eu sentia,ainda mais agora,em que tudo está apontando para o nosso romance,o que dizer.
Desci e fui encontrar minha amigas,e elas já queriam ir para a piscina,falei que daqui a pouco ia,porque queria pensar um pouco,elas acharam estranho,mas mesmo assim foram,fiquei lá,sozinha lendo,olhando todos se divertindo,mas eu não estava com animo para me divertir.
Ao meio dia almoçamos,mas só comi uma salada,não estava com fome.Meus amigos começaram a se preocupar comigo,porque eu estava quieta o dia todo,e não estava comendo,meu perguntavam o que tinha acontecido comigo,mas eu continuava a falar que estava bem.Para eles me deixarem em paz,depois do almoço fui me divertir com eles,fui na piscina com eles,fiquei conversando sobre os meninos com as minhas amigas,e quando o sol estava começando a se por,eu e minhas amigas saímos da piscina.
-O que houve com você amiga?
-Nada
-Para com isso,você pode confiar em nós,a gente sabe que foi por causa dele - E ela olhou para ele,na beira da piscina
-Ahh,gente.Como eu posso mentir para vocês?É por causa dele sim,sabe,os dois estão solteiros,e eu sei que não vai rolar nada entre nós!
-Como você pode saber disso?Você não vê o futuro,amiga.
-É,mas eu conheço ele muito bem!
-Pará com isso,vocês ainda podem ficar juntos...
Nessa hora,meu melhor amigo chega e pergunta:
-Você vai querer ficar com ele?
-Quero,e você sabe disso
-Posso falar com ele?
-Vai,fala
Meu amigo saiu,com uma cara de incrédulo,porque eu sempre disse que não queria ficar com ele,mas hoje,eu falei a verdade,eu queria,e muito,ficar com ele.
No por-do-sol,eu e meus amigos,nos deitamos na grama,e ficamos vendo esse lindo fim do dia,o céu estava laranja,com uns pássaros voando,estava uma cena de filme de cinema,na hora em que o casal apaixonado se beija,mas nada aconteceu comigo e com meus amigos.
Fomos para as nossas cabanas,e estava muito frio,mas mesmo assim,pegamos alguns cobertores, acendemos uma fogueira e sentamos em volta dela.
Aí tudo aconteceu:

O garoto que eu gostava se levantou e fez sinal para eu o acompanhar,não sabia o que estava acontecendo,mas fui com ele.Ele me levou a um lugar,onde estávamos sozinhos,e ele disse:
-Eu sei que você gosta de mim,e todo mundo sabe disso também
-Eu não gosto de você
Ele começou a rir e disse:
-Eu sei que você gosta de mim,eu sei disso,o geito como você me olha,como você fica quando eu te toco,e principalmente o cíumes que você sente de mim
-Eu posso gostar um pouquinho de você,mas isso não significa nada!
-Tá,então se eu sair por ai,e beijar qualquer garota,qualquer garota,você não vai ficar nem um pouco com ciumes?
-Não,você não é nada meu,então eu não tenho que ficar com ciumes
-Tá bom então,eu vou beijar qualquer garota então,e duvido que você não vai ficar com ciumes
Eu pensei que ele ia voltar para a fogueira,e beijar qualquer garota,mas não,ele não fez isso.
Ele me puxou para perto dele,e me beijou,e eu me vi retribuindo o beijo,agora eu entendi porque ele ficou falando que iria beijar qualquer garota.Ele se afastou de mim,olhou em meus olhos e disse:
-Eu sei que você gosta de mim,e por favor,para de falar que não,eu também gosto de você,e eu queria que você soubesse
Então ele gostava de mim,todos estavam certos,só eu,que era uma garota muito teimosa,não tinha percebido isso.
Ele me beijou de novo,e ficamos por ali uns 10 minutos.Depois,saímos de mãos dadas,e fomos nos sentar de novo na fogueira,minha amigas olharam para mim com o olhar de ME CONTA TUDO!,meus amigos olharam para mim com o olhar de EU SABIA,eu olhei para ele,e ele olhou para mim,estávamos com o mesmo olhar,EU TE AMO.
Nessa hora,deitei a minha cabeça em seu ombro,e fiquei imaginando,como seria da qui uns anos?Mas,pensei bem e decidi,vou viver o presente,e deixar o futuro,para amanhã.

"Nunca pense que ele (ou ela) não gosta de você,em nosso olhos,sempre estamos errados,mas caso você siga o seu coração,e o seu instinto,tudo pode dar certo"


Luiza de Moraes

15 de nov. de 2010

Era dia 7 de Outubro



Ana se lembrava bem. Como em todos os outros dias, ela se levantou, entrou embaixo do chuveiro, lavou seus cabelos, colocou uma roupa, comeu algo e foi pra escola. Quando chegou em casa, abriu seu MSN. Um convite novo. 'Aceite', pensou ela. Foi por sua intuição, sempre ia. Era um garoto, chamado Bruno. Os dois começaram a conversar. Com o tempo descobriram que gostavam das mesmas bandas, das mesmas comidas, do mesmo tudo. Tinha quase tudo em comum, exceto uma coisa: a cidade. O garoto morava em Londres. A garota, em Bolton, uma pequena cidade ao sul da Inglaterra. Eles começaram a conversar mais e mais. Cada dia mais, cada vez mais. A mãe de Ana achou que estava viciada em internet, o que realmente estava. Ela estava certa, Ana não podia contrariá-la. A garota era apenas muito preocupada com seu futuro, não deixava de fazer lições de casa para entrar no computador. Mas assim que acabava, ligava logo o aparelho. Era também o caso de Bruno...
O garoto sempre que chegava da escola deixava o computador ligado, com o Messenger aberto. Desligava a tela do computador, e fazia a lição. Sempre tinha pouca, então ficava esperando Ana, até 6 da tarde, que era quando a garota entrava, mais ou menos.
Os dois começaram a conversar aos 17 anos, e foi assim. No começo dos 18 anos, aconteceu a coisa mais esperada pras amigas de Ana (sim, porque as amigas sabiam de tudo, e esperavam há cerca de 9 meses algo acontecer): Bruno a pediu em namoro.
E foi assim, se conheceram por um computador, namoravam por um computador. O que os dois tinham era maravilhoso. Uma coisa que as amigas de Ana jamais haviam experimentado, ou ouvido falar. Nem mesmo na ‘vida real’. Eles confiavam um no outro mais que qualquer casal que todas as amigas de Ana já tinham visto, ou ouvido falar. Isso requer, realmente, muita confiança. E eles se amavam. Quando as amigas de Ana passavam o dia na casa da garota, elas viam a conversa. Elas conseguiam sentir o amor.
Eles estavam completa e irrevogavelmente apaixonados. Não havia nada que mudaria aquilo. O tempo passou, os dois ficavam mais apaixonados a cada dia (o que ia totalmente contra as idéias de Marcela, amiga de Ana. A garota pensava que a cada dia que se passasse, a tendência era o amor se esvair. Eles provaram que estava errada). Todo dia de manhã, na hora da aula dos dois, Bruno ligava para a garota. A acordava, para começarem o dia com a voz um do outro. Um dia o garoto apareceu com a boa notícia: ele conseguiria ir para Bolton. Passaria um dia lá, pois viajaria.
Eles se encontraram à noite, em frente à ex-escola de Ana. Ela conversou com o garoto. Ana não quis beijá-lo.
- Vou ficar dependente de você. Sei que você é uma droga pra mim, é viciante. Então se eu te beijar hoje, não vou conseguir ficar mais um minuto longe de você. A gente vai se reencontrar. E ai, vamos ficar juntos pra sempre.

Ela disse e o abraçou. Com mais força do que já abraçou outra pessoa. E o garoto se contentou em encostá-la. Ele sabia que o que Ana estava falando era verdade. Eles IRIAM se encontrar. E IRIAM passar o resto da vida juntos. Ele tinha certeza que ela era o amor da vida dele. Bom, agora a ‘maldita inclusão digital’ se transformou na melhor maldita inclusão digital.
O tempo passou rápido quando eles estavam juntos. Se divertiram muito, e Bruno gostou da simpática cidade da sua namorada. Ele foi embora no dia seguinte, cedo demais para conseguirem se despedir.
O tempo passou, e o amor dos dois só ia aumentando. Passaram-se 6 meses desde que Ana tinha conhecido seu namorado pessoalmente, e Marcela ainda não entendia por que eles não tinham se beijado.
- Any, você já parou pra pensar que pode ter sido uma chance única?! Você foi idiota, você sabe disso, né? – A garota dizia, sempre culpando Ana.
Mas ela sabia o que era melhor pra ela. Já tinha cansado de explicar para Marcela. Não explicaria mais uma vez. Haviam 9 meses que os dois namoravam, e um ano que se conheciam.
Eles se amavam muito, mais que qualquer pessoa que as amigas e amigos do casal já tinha visto. Um dia, Bruno apareceu com a notícia: ele conseguiu uma bolsa em uma faculdade em Bolton, e se mudaria para a cidade tão desejada.
Ana se chocou com isso. Por semanas se perguntou se sacrificaria o tanto que o garoto iria sacrificar por ele. Mas ela não era a maior fã de pensamento. Isso a fez mal.
- Any, deixa de ser besta. Você o ama, até eu posso perceber isso! E você sabe, eu não sou a pessoa mais esperta do mundo. – Marcela disse, encorajando a amiga.
- Eu sei, Marcela, mas... Ele tá desistindo da vida toda dele em LONDRES pra vir pra BOLTON! Por mim! – Ana disse – E pela bolsa que ele ganhou na faculdade, mas é mais por mim, ele me disse.
- Ana, presta atenção. – Ana olhou pra amiga. – Você não sabe quantas meninas invejam você. Não sabem mesmo. Eu, por exemplo, te invejo demais. Daria qualquer coisa pra ter um namorado como ele.

ocês confiam tanto um no outro, e se amam tanto. Eu tenho até nojo de ficar no quarto com você quando você ta conversando com ele. É um amor que se espalha no ar, que nossa senhora! Eu consigo sentir os coraçõezinhos explodindo pelo quarto. Ai fica tudo rosa, e você fica com uma cara de sonho realizado pro computador! Any, pára de subestimar o que você tem. Deixa de ser idiota.
- Você é um amor, sabia? Marcela, não sei. Não dá. Eu não desistiria de tanto por ele, e eu acho injusto ele desistir de tanto por mim.
Marcela bufou. Porque a amiga tinha que ser tão burra?
Meses se passaram, o tempo passava rápido. Ana não terminaria o namoro por messenger, frio demais. Ela esperaria o namorado chegar.
A garota tentava adiar o máximo possível, por mais que quisesse ver o garoto de novo. Ele tinha um cabelo lindo, e olhos mais ainda. Ana conseguiria ser invejada por todas as garotas da cidade se fosse vista com ele. Mas ela não queria inveja. Queria seguir o seu coração.
Quanto mais Ana queria adiar a situação, mais as horas corriam, e com elas os dias, as semanas, as quinzenas, os meses. O ano.
Chegou o dia; Ana esperou o seu futuro-ex-namorado onde se encontraram meses atrás.
Ela negou o beijo mais uma vez. O namorado ficou sem entender, mas aceitou.
- Olha, eu tenho que conversar com você.
- Diga. – Bruno sorriu.
- Quando você me disse ‘Vou me mudar pra Bolton’, eu fiquei feliz. Mais feliz que já fiquei há muito tempo. Mas depois eu comecei a pensar se faria o que você ta fazendo por mim. Você desistiu de toda sua vida em Londres, Bruno.
- Eu sei. Pelo melhor motivo na face da Terra.
- Não, não é. Eu sinto que eu não to sendo justa com você. E sem ser justa com você, eu não sou justa comigo. Eu não sei se eu faria o que você fez. Eu acho que não. Eu sou egoísta demais, eu não sei. Não quero mais ser injusta com ninguém, não quero dormir pensando isso. Há meses eu penso nisso, e fico com peso na consciência. E, de verdade, eu não sei se seu amor é o suficiente pra mim. – A garota disse e virou as costas.

Foi andando para a sua casa. E ao contrario de momentos tristes clichês (n/a: eu odeio clichês), não estava chovendo. O céu estava azul, o sol brilhava, como raramente acontecia em Bolton. Mas o que estava dentro de Bruno (e de Ana) não era assim tão brilhante.
Para Ana chegar em casa, tinha de passar pela frente da casa de Marcela – era esse o motivo de um sempre estar na casa da outra; elas moravam lado a lado. A garota passou correndo, chorando, enquanto Marcela estava na janela. Marcela saiu correndo de casa – ignorando completamente o estado critico em que se encontrava: blusa dos ursinhos carinhosos, cabelo preso em um rabo-de-cavalo mal ajeitado, short curto de florzinhas e pantufas do tigrão – indo logo para a casa da amiga. Ela bateu a campainha, e a mãe da amiga atendeu. Disse que podia subir as escadas, Ana estava em seu quarto.
Marcela subiu correndo, tropeçou, quase caiu 3 vezes – ‘Malditas escadas enormes’, pensava – mas chegou ao quarto em segurança (lê-se sem sangue escorrendo pela cara).
- Any! O que foi, amor? – A garota encontrou a amiga deitada, chorando em sua cama.
- O Bruno! – Ana não conseguia falar direito. Por essa mini-frase Marcela tinha entendido. Não tinha mais Ana e Bruno pra sempre e sempre e sempre e sempre. Agora era Ana.
A garota aprendeu a viver com a dor. Passaram-se 5 anos, Bruno estava formado em direito, era um advogado de sucesso, ainda morando em Bolton – nunca largaria a cidade que abrigava seu, ainda, maior amor. Ana era uma fotógrafa de sucesso, ganhava a vida fotografando famosos de todo mundo – mas não saíra de Bolton também, amava a cidade com todas e cada fibra de seu ser.
Bruno era melhor amigo de Ana, Ana era melhor amiga de Bruno. Ana tinha um noivo, um executivo de sucesso, que vivia de Londres pra Bolton, de Bolton pra Londres. Já Bruno sabia: por mais que tentasse achar alguém igual à Ana, não conseguiria. Só ela seria o amor da sua vida, que ele amava excepcionalmente. Nunca iria mudar.

Ana iria passar algum tempo fora da cidade, iria para a capital, fotografar uma banda inglesa. Iria dirigindo à Londres – depois de tanto custo para tirar a carteira de motorista, agora queria mostrar ao mundo que tinha um carro e sabia guia-lo.
Um carro. Dia chuvoso. Pista dupla. Um caminhão. Visão confundida. Bebida em excesso. No que isso poderia resultar? Não em uma coisa muito boa, com certeza. O caminhão bateu de frente com o carro de Ana. Ela não estava muito longe de Bolton, portanto ela foi levada para um hospital na cidade. O seu noivo, por sorte, estava em Bolton. Foi avisado, depois os pais, Marcela. E por ultimo, Bruno.
Ele se apressou em chegar ao hospital que Ana estava internada. Ele chegou antes mesmo de Felipe, noivo da garota. Bruno andou por corredores com luzes fluorescentes fracas, brancas, o que aumentava a aflição dele.Como estaria Ana? A SUA Ana? Ele nunca imaginou nada de mal acontecendo à SUA Ana. Ela sempre seria dele, amiga ou namorada. Seria dele.
Achou o quarto em questão, 842. Abriu a porta com cautela, e viu a imagem mais horrível que jamais poderia ter imaginado: Ana, sua Ana, deitada em uma cama de hospital, com ferimentos por todo o rosto e braços – as únicas partes de seu corpo que estavam aparentes. Ele chorou. Não queria ver a pessoa que ele mais amava em todo o universo daquele estado. ‘Frase clichê’, pensou, ‘mas porque não eu?’. As lágrimas caiam com força. Ele saiu do quarto com a visão embaçada pelas lágrimas; não sabia o que podia fazer.Ele foi para o lugar do hospital em que se era permitido fumar, e fez uma coisa que não fazia desde que tinha conhecido Ana: acendeu um cigarro. Começou a fumar, e ficou sozinho lá, encarando a parede. Imaginando se teria sido diferente se ele tivesse continuado em Londres. Ele lembrava, foi quem apoiou o curso de fotografia.

 Ah, cara... – Ana chegou se lamentando.
- Que foi, Any? – Bruno sorriu.
- Eu tenho que escolher o que eu vou fazer da vida, mas... É difícil demais!
- Eu sei bem como é... Porque não tenta fotografia? – Bruno apontou para a máquina digital, que agora estava nas mãos da garota. – Eu sei que você adora tirar fotos.
- Bruno, sabia que você é um GÊNIO? – Ana sorriu e abraçou o melhor amigo. SEU melhor amigo.
Se ele não tivesse sugerido o curso, Ana não estaria no hospital à essa hora. Os pensamentos profundos do garoto foram cortados quando a porta se abriu, fazendo o garoto estremecer.
- Ah, que susto, doutor. – Bruno se virou.
- Desculpe. Você é Bruno, certo?
- Certo.
- Bom, você tem bastante contato com Ana, certo? – Bruno balançou a cabeça positivamente. – Nesse caso, eu sinto muito. Para sobreviver, a Ana precisaria de um coração novo.
A lista de espera por um coração é grande, e não sei se ela conseguirá sobreviver até chegar sua vez de receber um novo coração.
Como poderia viver em um mundo sem Ana?! Saiu do lugar. Não podia esperar as coisas acontecerem, e ele ser egoísta e ficar em seu mundo, fumando até Ana ir pra outro lugar. Ele pegou um papel, uma caneta e escreveu um endereço, e um horário, uma hora depois daquilo. Entregou para o noivo de Ana, que agora estava na sala de espera.
- Já foi vê-la? – Perguntou Bruno. O noivo negou com a cabeça.
Ele saiu andando, saiu do hospital. Foi para seu escritório, pegou 3 papéis grandes e digitou 3 cartas. Uma para os pais. Uma para Ana. E uma sobre os desejos que tinha.Ele tomou um remédio depois disso. E dormiu, lenta e serenamente, dormiu. Não acordaria mais. Quando o noivo de Ana chegou, encontrou Bruno deitado no chão, sem pulso. Estava morto. Em cima da mesa, 3 cartas. Um recado para ele: "Eu não gosto de você. Nunca vou gostar. Mas mesmo assim, você tem que fazer algo que não poderei fazer. Leve meu corpo para o hospital, com essa carta em cima dele. A carta que está em cima das outras.

Após isso, entregue a segunda carta para Ana quando ela acordar. E quando a noticia da minha morte chegar, entregue a terceira para os meus pais."
Assim acabava a carta. Felipe não acreditava no que lia. Não acreditou, e nem precisava. Correu para o hospital em seu carro. Ele entregou a carta e o corpo do homem, que agora estava ainda mais branco. Aconteceu na hora; o coração dele foi tirado e levado para Ana. Quando ela acordou, não muito depois, viu os pais dela, seu noivo e os pais do namorado de 6 anos atrás. Eles sorriam e choravam; ela não entendeu. Foi quando viu a carta com a letra dele, escrito o nome dela. Ela pegou a carta e leu, então. "Meu amor, bom dia. É hora de acordar. Eu não pude te ligar hoje, você estava ocupada. Por isso deixei essa carta. Sabe, eu não vou estar ai por um bom tempo, as pessoas sabem quando a sua hora chega. E eu aceitei a minha com a mesma felicidade que eu tinha quando te vi na frente da sua escola. A minha hora chegou quando seu fim estava próximo.Eu te prometi que te protegeria de tudo e qualquer coisa que acontecesse, e mesmo sem chamar, eu estive lá. Desta vez não me chamou, quis resolver sozinha, eu não podia deixar. Eu resolvi dar um fim então. Eu estava ficando cansado, o trabalho pesava demais. Mas porque agora? Eu não sei. Mas não teria sentido eu viver em um mundo que você não existe. Então eu decidi ir antes e ajeitar as coisas. Pra daqui a alguns anos nós conversarmos aqui na minha nova casa. Agora eu tenho que ir, meu amor. Esse coração no teu peito, esse coração que bate no teu peito. É o mesmo coração que está inundado do amor que você disse não ser o suficiente. É o mesmo coração que lhe dava amor todo dia. Por favor, cuide bem dele. Agora eu preciso ir, preciso descansar um pouco. Eu vou estar sempre contigo.

Eu te amo !
PS: Não sei se vou conseguir te acordar amanhã. Você me perdoa por isso?"
Então ela chorou. Chorou e abraçou os pais, os pais dele. Chorou como nunca, e tremia por tantas emoções passarem por seu corpo. Ana encarou o noivo. Terminou o noivado naquele dia. Não adiantava esconder algo que estava na cara: ela amava Bruno, e seria sempre o SEU Bruno. ELE era o homem de sua vida, não Felipe. O homem que sempre esteve lá, amando-a ao máximo. Em qualquer momento.
Ela chorou muito, e seguiu a vida. Todos os dias ela lembrava de Bruno. Viver em um mundo sem ele não fazia sentido. Mas não desperdiçaria todo o amor e que estava dentro dela. Ela podia sentir seu coração batendo. Ela lembrava a cada momento, que mesmo separados eles estavam juntos. Mas apenas uma coisa fazia seu coração se apertar, se contorcer de dor. Que fazia uma lágrima se escorrer sempre que pensava nisso.
Ela sentia falta daqueles beijos. Dos beijos que foram negados. Mas ela foi feliz. Morreu com seus oitenta e tantos anos. Mas era sempre feliz. Afinal,
O coração do homem de sua vida batia dentro dela.



(I'AM)

Ela: Prove seu amor!


11:30 da manhã 
Ele: Oque quer que eu faça para provar?
Ela: Quero que você me abrace.
- Então ele abraça a garota
Ele: Pronto é agora?
Ela: Agora quero que você me beije.
Ele: Mais essas coisas eu faço todos os dias amor, por que está falando isso?
Ela: vai me beijar ou não?
- Então ele beija a garota
Ele: Tem mais coisas que posso fazer para provar?
Ela: Me abrace novamente.
Ele: Nossa mais de novo?
Ela: você me ama?
- Então ele abraça novamente a garota
Ela: Agora quero outro beijo!
Ele: Amor você está brincando com minha cara?
Ela: Acho que você não me ama mesmo desiste vai.
Ele: Não é isso amor, só que você tem que entender que eu faço isso já todos os dias.
Ela: Estou esperando ainda meu beijo ..
- Então ele beija a garota novamente.

É durante o dia todo ela vai fazendo essas perguntas para o garoto, já erram 18:30 quando ele cansado é enjoado disse:

Ele: será que agora meu amor foi aprovado por você?..
Ela: Acho que agora sim, realmente você me ama.
Ele: Tudo bem você sabe que eu amo, faço de tudo mesmo para deixar você feliz.
Ela: Pensava que você não me amava tanto assim!
Ele: HAHAHA, agora eu quero saber se você me ama?
Ela: logico que amo nê,
Ele: então me abrace ..

(Jonathas Campos)

Ele: Sente sua falta hoje



Na escola, por que você não foi?
Ela: É, eu tive que ir ao médico.
Ele: Ah, mesmo? Por que?
Ela: Ah, nada. Consultas anuais, só isso. Então, o que tivemos em matemática hoje?
Ele: Você não perdeu nada demais. Só um monte de anotações.
Ela: Ok, bom.
Ele: É.
Ela: Ei, tenho uma pergunta.
Ele: Fale.
Ela: O quanto você me ama?
Ele: Você sabe que eu te amo mais que tudo. Por que a pergunta?
Ela: (silêncio)
Ele: Tem algo errado?
Ela: Não, nada mesmo.
Ele: Ok.
Ela: O quanto você se importa comigo?
Ele: Eu te daria o mundo numa batida de coração, se eu pudesse.
Ela: Daria?
Ele: É, claro que eu daria. (parecendo preocupado) Tem alguma coisa errada?
Ela: Não, tá tudo bem.
Ele: Tem certeza?
Ela: É.
Ele: Ok, eu espero.
Ela: Você morreria por mim?
Ele: Eu me jogaria em frente uma bala para ela não te atingir, a qualquer dia.
Ela: Mesmo?
Ele: Mesmo. Mas agora, sério mesmo, aconteceu alguma coisa?
Ela: Não, eu tô bem. Você tá bem, nós estamos bem. Tá todo mundo bem...
Ela: Bom, tenho que ir. Te vejo amanhã na escola.
Ele: Tchau. EU TE AMO.
Ela: Também te amo, tchau.
O OUTRO DIA NA ESCOLA:
Ele: Ei, você viu minha namorada hoje?
Amigo: Não. Ela não estava aqui ontem também não.
Ele: Eu sei, ela estava agindo estranho no telefone ontem
Amigo: É cara, você sabe como as garotas são de vez em quando.
Ele: É, mas ela não.
AQUELA NOITE: (o telefone toca)
Ela: Alô?
Ele: Oi.
Ela: Ah, oi.
Ele: Por que você não foi na escola hoje de novo?
Ela: Ah, eu tinha outra consulta no médico.
Ele: Você está doente?
Ela: Hm, eu tenho que ir, minha mãe tá me chamando.
Ele: Eu espero.
Ela: Pode demorar, te ligo depois.
Ele: Tudo bem então, te amo (longa pausa)
Ela: (chorando) Olha, acho que devíamos terminar.
Ele: O que?! Por que?
Ela: Acho que é o melhor pra nós dois agora.
Ele: POR QUE?
Ela: Eu te amo. (ela desliga)
A GAROTA NÃO FOI PRA ESCOLA POR MAIS TRÊS SEMANAS, E NÃO ATENDEU AOS TELEFONEMAS.
Ele: E ai, cara.
Amigo: Oi. E ai, falou com sua ex?
Ele: Não.
Amigo: Então você não soube?
Ele: Soube o que?
Amigo: Não sei se eu seria a melhor pessoa para te contar, então, ligue nesse telefone. (passou um papelzinho para ele)
ELE LIGA NO NÚMERO DEPOIS DA ESCOLA.
Voz: Alô, Suppam County Hospital, aqui é a enfermeira Beckam.
Ele: Ah, eu devo ter ligado no número errado, estou procurando por uma amiga.
Voz: Qual é o nome dela? (o garoto dá as informações)
Voz: Sim, esse é o número certo. Ela é uma de nossas pacientes.
Ele: É mesmo? O que aconteceu? Ela está bem?
Voz: O quarto dela é o número 646, no prédio A, suíte 3.
Ele: O QUE ACONTECEU?
Voz: Por favor, venha aqui e veja o senhor mesmo, obrigada.
Ele: Espera! Não! (o telefone já tinha sido desligado)
O GAROTO FOI PARA O HOSPITAL. A GAROTA ESTAVA DEITADA NA CAMA DO QUARTO. ELA PARECIA FRACA.
Ele: Meu Deus, você está bem?
Ela: (silêncio)
Ele: Amor, fala comigo!
Ela: Eu.. eu tenho câncer. Estou em suporte de vida.
Ele: (começa a chorar)
Ela: Eles vão desligar tudo hoje à noite.

Ele: Por que?!
Ela: Eu queria te contar, mas eu não podia.
Ele: Por que não?
Ela: Eu não queria te machucar.
Ele: Você nunca poderia me machucar.
Ela: Eu só queria ver se você sentia o mesmo que eu sinto por você
Ele: ?
Ela: Eu te amo mais que qualquer coisa. Eu te daria o mundo em uma batida de coração. Eu me atiraria em frente a uma bala para te salvar. Eu morreria por você.
Ele: …
Ela: Não fique triste, eu sempre vou te amar, estando aqui ou não.
Ele: Então por que você terminou comigo?
Enfermeira: Ei, jovem, o tempo de visita já acabou.
O GAROTO SAI, AS MÁQUINAS DE SUPORTE DE VIDA FORAM DESLIGADAS. ELA MORREU.
Mas o que o garoto não sabia é que a garota só fez aquelas perguntas à ele para poder ouvir ele dizer aquelas coisas uma última vez, e ela só terminou com ele porque ela só tinha mais três semanas de vida e pensou que assim causaria menos dor à ele, dando um tempo para ele esquecê-la antes dela morrer.
NO PRÓXIMO DIA: O garoto foi encontrado morto com uma arma em sua mão, e com um pequeno papel na outra, escrito: Eu disse à ela que levaria um tiro por ela, assim como ela disse que morreria por mim. 



(Jonathas Campos)

Ele: Lágrimas não param de cair


No telefone a menina liga ..
ELA: Olá .
ELE: Quem é?
ELA: Sou eu, a felicidade iludida.
ELE: O que é que você quer ?
ELA: Dizer que te amo.
ELE: OUTRA VEZ? Eu já ouvi isso 15 vezes. Não se cansa?
ELA: Quem ama não cansa...
ELE: Mas eu canso... Eu não te amo!
ELA: O que?
ELE: é isso mesmo, eu iludo e por isso me chamo ilusão do amor.

Neste exato momento uma lágrima corre na minha face...

ELA: Como pode dizer isso?
ELE: Dizendo que não te amo. Não devo nada a ninguém
ELA: Não deve nada?
ELE: é claro que não.
ELA: Deve sim. O teu amor.
ELE: Que amor?
ELA: Você me faz voar tão alto e agora diz que não me ama?
ELE: Deve estar ficando louca!

E as lágrimas insistentemente não paravam de cair...

ELA: Estou mesmo louca...acreditei em ti!
ELE: Você sabia que era só amizade, não?
ELA: Claro que não... Diz tantas coisas... E ainda me deu um beijo!
ELE: Um beijo? Aquilo nem foi beijo...
ELA: Não foi? Então o que foi.. ?
ELE: Ok... Foi um beijo sem significado.
ELA: Ah e um beijo sem significado deixa de ser beijo?
ELE: Não.
ELA: Quer dizer, eu não significo nada para ti?
ELE: Significa...
ELA: O que?
ELE: Uma grande conta de telefone no final do mês Agora vou desligar.
ELA: NÃO... Por favor!
ELE: Porque?
ELA: Porque eu te amo...
ELE: Qual o valor que o teu amor me vai dar?
ELA: Felicidade.
ELE: Eu quero coisas materiais...
ELA: Eu vou ser tua...
ELE: Isso não vale... Quanto é que você vale?
ELA: Porque esta pergunta?
ELE: Se eu enjoar de ti posso-te empenhar?
ELA: O que é que eu fiz para me tratar assim?
ELE: Amar-me! Agora vou desligar!
ELA: NÃO, por favor!!!
ELE: Quer parar com isto? ESTOU FARTO!
ELA: Não... por favor, não desligue.
ELE: ...
ELA: Fala comigo...
ELE: ...
ELA: Pelo amor de Deus, diz que me ama!
ELE: OUVE... eu já estou farto de você. Agora vê se me esquece.
ELA: Eu prefiro morrer do que te esquecer.
ELE: Ai é? Então se mata logo!
(Ele desliga.)
ELA: Não... por favor... Não me faça isso, eu te amo.

ALGUNS DIAS DEPOIS...

- Do que morreu esta menina? - Perguntam
- De intoxicação. - Responde a enfermeira.
- Coitada... ela tinha algum problema? - Perguntam
- Sim, sofria de amor... - Responde a enfermeira.

E então, no dia do funeral o rapaz de que a menina gostava apareceu no local prestando a sua ultima homenagem e lançou uma rosa vermelha e disse baixinho:
- Eu te amo!

Mas, é tarde demais.
(Jonathas Campos)

14 de nov. de 2010

Quando penso em você...


Quando penso em você...

Sabe,quando eu penso em você,meu coração dispara
Minha mente fica alucinada,
E imagino tanta coisa,
As vezes,eu nõ acredito na coisa,
Mas sei que se isso acontecer,
Mas mesmo assim,
Eu continuo imaginando em nós
Mesmo que seja só uma ilusão,
Mesmo que eu saiba que isso nunca irá acontecer,
Mas o bom,
É que em minha mente,
Eu posso fazer o que eu quiser,
Posso te beijar,
Posso te agarrar,
Mas mesmo assim,
Fico feliz,
Porque eu sei que TE AMO,
E gostaria de saber se você me AMA.

Luiza de Moraes

Elles....

 
A amizade consegue ser tão complexa...
Deixa uns desanimados, outros bem felizes...
É a alimentação dos fracos
É o reino dos fortes

Faz-nos cometer erros
Os fracos deixam se ir abaixo
Os fortes erguem sempre a cabeça
os assim assim assumem-os

Sem pensar conquistamos
O mundo geral
e construimos o nosso pequeno lugar
deixando brilhar cada estrelinha

Estrelinhas...
Doces, sensiveis, frias, ternurentas...
Mas sempre presentes em qualquer parte
Os donos da Amizade...

"Hoje percebi como eu sou privilegiada.
Tenho os melhores amigos do mundo,
Vou falar um pouco de cada um deles..."

                           Essa aqui é a Clarissa,minha grande amiga!
Ela tem 13 anos,e conheço ela a muito tempo,
mas começamos a nos falar faz pouco tempo,
começamos a nos falar por causa da aula de
dança,e agora somos grandes amigas! s2








Esta aqui é a Flávinha,minha BFF.
Conheço ela a tanto tempo,e somos muito amigas.
Nunca brigamos ( de verdade ),e sempre nós damos bem! s2


Essa aqui é a Marina (a de preto).
Conheço ela a pouco tempo,mas somos grandes amigas.
Nos entendemos muito bem,e nos adoramos..


Essa com a mochila rosa é a Camila,uma grande amiga nossa,
que está voltando a falar com a gente.Adoro muito ela,e conheço
ela a muito tempo. s2
O do meio é o Victor,meu BFF,meu melhor amigo.
Adoro mt ele,é agora ficamos sempre meia hora no telefone,por dia.
O do lado do Victor é o Rafael,ele senta na minha frente,e conversamos
muito! Adoro muito ele!

Esse é o Henrique,a pessoa mais irritante do mundo! kk'
Adoro muito ele,e ele é super legal!
Adoro irritar esse garoto! kkk'
Mas ele é um dos meus melhores amigos! s2

Luiza de Moraes

13 de nov. de 2010

Somo burras....


"Sabe,hoje eu me toquei de uma coisa.
As mulheres são as pessoas que mais sofrem no mundo.
Nós somos muito senciveis,e isso até que é bom.
Mas o pior é que,as mulheres SEMPRE se apaixonam pelo homem errado...
Nós nos entregamos a um homem,e sempre sofremos por causa dele.
Derramamos muitas lágrimas por causa deles,e nunca vamos conseguir nos apaixonar pelo homem certo.
A não ser,uma vez na vida,porque quando nos apaixonamos por um homem que gosta de nós,ele é o homem da nossa vida,mas as vezes as mulheres o ignoram,e sempre saimos perdendo.."

Luiza de Moraes

12 de novembro


Um dia,enquanto todo mundo estava na escola,cinco amigos estavam fazendo um trabalho na aula de inglês em grupo,uma menina disse:
-Fica com ele,vai.
O outro amigo disse:
-Ele quer,e sabe que você também quer.
A garota que estava ouvindo isso disse:
-Eu sei que eu quero,mas eu não quero só uma ficada,quero um namoro sério!
Todos começaram a rir,inclusive a garota que disse isso.
Outro amigo deles chega e fala:
-Você vai beijar ele?
-Não!Eu não sei ainda!
-Se você beijar ele,eu beijo ela.
-Então tá,mas vocês tem que se beijar!
-Ok,prometemos.
Enquanto a aula de inglês acaba,a garota fica pensando,será que isso vai dar certo?
Eu sei que eles não vão se beijar,mas eu quero tanto beijar ele,mas é só um beijo,isso não vai dar em nada.
A aula de inglês acaba,e começa a de matemática,a garota não consegue se concentrar,porque fica pensando porque foi aceitar beijar ele no final da aula.
A aula acaba,e ela pensa,já que eu me meti nessa,vamos lá.
Ela pensa em fujir,ela corre,mais volta.
Ele não estava nem ai pro beijo,sabia que isso ia acontecer,pensou a garota.
Ele chega mais perto,e um amigo tira todo mundo da sala,mas eles ficam com a porta aberta.
Ele continua chegando mais perto,e ela pensa,no que eu me meti?Mas deixa ele se aproximar,quando eles estão cara a cara,ela pensa,agora é comigo.
Eles se beijam,e depois disso,ficam se encarando,ela pensa,no que será que ele está pensando?A garota fala:
-Vamos?Os nossos amigos devem estar loucos...
-É,vamos-Fala o garoto com uma insegurança na voz.
Eles saem da sala,e os amigos que prometeram se beijar,falam que não vão se beijar,a garota fala que tudo bem,e diz para as amigas,que ela de um certo modo,ja sabia que eles não iam se beijar.
Elas descem as escadas,a garota fica tão animada,e parece que ganhou seu dia.
Ela continua pensando,porque ela fez isso,mas agora já foi.
-Tudo bem? -Perguntam suas amigas
-Tudo,é que eu não pensei que seria assim.
-Assim como?
-Ah,eu pensei que não iria gostar desse beijo,mas isso não aconteceu.
Elas chegam lá em baixo,e a garota vai correndo falar com uma amiga,que não é da sua sala:
-Oi
-Oi
-Eu beijei o menino.
-Sério?Quando?
-Agora pouco,lá na sala.
-Nossa!
A garota encontra suas amigas de novo,e elas começam a conversar.
A garota olha para a quadra,e lá está o garoto que ela acabou de beijar,beijando outra.
Sabia,pensou a garota,e ela sai correndo,e vai para o banheiro.
Ela começa a chorar,porque sabia que se ele a beijasse,ela ficaria assim.
Suas amigas vão atrás dela,e ela lhes conta tudo,as amigas pedem para ela ficar calma,que elas sabem que ele não presta,a garota diz:
-Quer saber?Ele não merece essas lágrimas! - E a garota sai do banheiro
Suas amigas se perguntam o que será que ela vai fazer,e pensam que ela vai dar um tapa na cara dele,ou o beijar,mas se surpreendem ao ver o que ela vai fazer,ela vai até a direção do garoto,e diz que o ônibus já chegou,ele fala que já está indo,e agradeçe pelo informação.
-O que você fez?
-Eu fiz uma coisa muito legal,fui superior a ele,para ele saber que ele não mecheu comigo.
-Nossa!Parabéns!Você foi super forte....
-Fui forte por fora,porque por dentro,eu não estou aguentando.
As suas amigas lhe dão um abraço bem forte,e a garota pensa,para que um garoto?Se existe as amigas,as pessoas que uma garota mais pode acreditar.

Luiza de Moraes

2 de nov. de 2010

Essa linda história de verão...


"Me lembro daquele lindo dia
Em que te olhei pela primeira vez
Mas pensei que isso não aconteceria
Mas me apaixonei pela primeira vez
Faz tantos anos que me apaixonei
Mas meu amor não diminuiu
Gostaria de ter certeza
Que você gosta de mim
Tanto quando eu de você
Mas,tenho medo de isso não acontecer
E você me magoar,
Mas depois daquele beijo,
Tudo mudou,
E como vou saber se você sente a mesma coisa que eu,
Porque no mesmo dia,
Você beijou outra..."

Luiza de Moraes

A festa



"Sabe,
Toda garota quer fazer 15 anos,
E ter aquela festa,
O vestido perfeito,
A decoração perfeita,
O bolo perfeito,
O par perfeito,
Tudo tem que ser perfeito,
E nada pode acontecer errado,
Esse,
Eu acho, e acredito,
É o maior sonho de uma menina,
E depois disso,
Vem o seu casamento..."

Luiza de Moraes

Ilusão


"Todas as vezes
Que penso em nós
Sei que falo só por mim
Porque você só me iludi
Você diz que sim
Mas na mesma hora muda de opinião,
E nunca se decidi
Nunca escolhe,
Fala que me ama
E que eu sou tua
Mas nunca se decidi
E só me iludi,
Me da falsas esperanças..."

Luiza de Moraes